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Escrever e escrever, pensar, refletir... afinal não é para isso que existem os blogs? Por aqui vão passar ideias, palavras, pensamentos... tudo o que nos der na real gana... ou não seremos "Levada da Breca".
Não tenho um grande historial de caminhadas. Nunca me rendi a essa moda, porque não passa disso mesmo, para a maioria das pessoas. Mas, ainda bem, porque assim, sempre se promove o exercício que leva ao bem estar.

ara além de ter tentado ir a Fátima a pé, o que não consegui por motivos de saúde (subida repentina da tensão arterial) pouco mais fiz, como caminhada.
Mas, um dia, eu e uma amiga e colega, depois de um trabalho que terminou mais cedo do que previsto e sem grandes alternativas para ocupar o tempo, uma vez que o trabalho decorreu no concelho de Oleiros, decidimos entrar na aventura. Nesse tempo começava a falar-se nos percursos pedestres e começavam a ser marcadas rotas de passeio. Falava-se, já num percurso no Orvalho. E já que andávamos por ali, pensámos: não é tarde, nem é cedo… e aí vamos nós, sem muito bem saber ao que íamos, até porque não havia, qualquer tipo de indicação, ou marcação, mas também não fazia mal… tínhamos todo o tempo do mundo. E lá fomos!
Foi mesmo um passeio e, para além dos muitos quilómetros, que ainda hoje não sei quantos foram… fomos conversando, trocando ideias, discutindo assuntos… e tirando fotografias!
De repente, estamos junto a uma queda de água. Se até aí as paisagens nos deslumbraram sobremaneira, aquele local era idílico, parecendo ser o paraíso. De resto se o paraíso existir não deve ser muito diferente daquele local.
Claro que, aí, as fotografias foram… mais que muitas! Com tudo isto, as horas avançaram mais depressa do que nós caminhamos. E havia outro trabalho para fazer. Tínhamos que apressar o passo. Até porque também estava quase a fazer-se de noite!
Tinha sido bastante produtivo aquele dia. Aquela aventura superara tudo! Agora tínhamos que passar pela fonte para nos refrescarmos, nos compormos e seguirmos para outro trabalho. E não, não estávamos cansadas!

* Este texto foi escrito após solicitação da animadora Dalila Delgado, no âmbito das atividades de confinamento, #Estamos em casa, da Associação de Apoio à Criança do Distrito de Castelo Branco.