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Escrever e escrever, pensar, refletir... afinal não é para isso que existem os blogs? Por aqui vão passar ideias, palavras, pensamentos... tudo o que nos der na real gana... ou não seremos "Levada da Breca".
A ideia de que nas nossas diferenças somos iguais cresceu e implementou-se. As mentalidades, felizmente mudaram. Nunca tive dúvidas disso, até porque tive na família uma tia com debilidade mental (não sei se será este o termo mais correto) e sempre lidei com ela de igual, para igual. Já os restantes elementos a trataram sempre como a “maluquinha”. Talvez por isso mesmo ela me desse especial atenção.

Ao longo da vida sempre lidei com a deficiência por perto, sobretudo a mental e foram diversos os trabalhos que fiz com portadores de diversas debilidades. Mal sabia eu que um dia me viria a debater, também, com essa situação. Felizmente, a nível de cabeça tudo ficou quase a 100 por cento. A parte física, essa ficou afetada e inicialmente muito, mesmo! Não me entreguei e recuperei.
Desde que frequento a Associação de Apoio à Criança do Distrito de Castelo Branco, que a minha recuperação foi ainda mais fantástica.
Mas, sobretudo permitiu-me outras experiências, conhecer outras pessoas, lídar com a deficiência mental. E foi assim que conheci o Diogo. Um “menino” muito especial que logo me cativou. E pelos vistos eu e os meus pares da Associação também o cativámos. Tanto que “afastou-se” dos colegas para se juntar a nós. Jantou connosco, fez sala connosco e o dia seguinte, lá estava ele, para tomar o pequeno almoço connosco.
Fiz (emos) um amigo. E o registo do amigo Diogo aqui fica! Publico a foto, porque o Diogo está de máscara!!
Porque todos temos os mesmos sentimentos, rimos com as mesmas graças e choramos com as mesmas dores.