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Escrever e escrever, pensar, refletir... afinal não é para isso que existem os blogs? Por aqui vão passar ideias, palavras, pensamentos... tudo o que nos der na real gana... ou não seremos "Levada da Breca".

O telemóvel tocou! Atendi bem-disposta. O nome que aparecia no visor assim o exigia. Mas as notícias não eram as melhores, e depressa confirmei: era verdade. O Chico da Honda deixou-nos. Choque total!
Ainda na semana passada, depois de ter estado na tua oficina, falámos. Mais tarde, liguei-te e disseste-me:
“Olha, o mecânico diz que não é nada, e eu também não te levo nada!”
Eras assim — simples, amigo, boa pessoa. Demais, muitas vezes! Eras o Chico da Honda… Qual Francisco Gonçalves? Esse, ninguém conhecia.
Eras, serás, ficarás para sempre: Chico da Honda!
Ficam as recordações — de Idanha, do campismo, da barragem, das ‘viagens’ de barco… Tudo ainda fresco na memória.
Todos os dias, quando eu passava, lá estavas na esplanada. Sempre com um sorriso que nem a farta barba escondia. Era dos primeiros "bons dias" que recebia.
Amanhã, quando passar, já não estarás. Deixas saudades.
Ah! Leva beijinhos à Anita.
Até sempre, Chico da Honda.