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30
Set20

A burocracia em tempos de pandemia!!!

por cristina mota saraiva

A saúde aqui pela cidade, continua de mal a pior. Foram já várias as queixas que apresentei, por diversos assuntos, do Centro de Saúde de São Tiago, em Castelo Branco. Uma dos quais se prende com a falta de atendimento telefónico deste Centro, situação que se mantém!

analises.jpg

Ok, todos percebemos a situação que continuamos a viver, e a compreensão que é fundamental. Tudo bem!

Agora a questão que me toca prende-se com a falta de compreensão dos laboratórios de análises. Tinha umas análises já marcadas para realizar que, obviamente, foram desmarcadas com toda esta problemática. Com o regressar à normalidade , com as devidas cautelas, também eu procurei esse regresso e tentei “agarrar” as pontas dos assuntos que tinha pendentes. O cartão de cidadão já está feito! Problema resolvido.

Agora a situação passa pelas análises já marcadas no próprio dia em que entrámos em pandemia e que, obviamente ficaram en stand by. Tento a remarcação … e o que me dizem??? O prazo já passou!!!??? Waht?? Então não foram alargados todos os prazos, para situações similares e para as análises não????

Incompreensível!!!

Todas as instituições se adaptaram perante a situação vivida e incompreensivelmente estes senhores mantêm-se irredutíveis. Haja pachorra!

A minha mãe é idosa e como eu não me posso deslocar, da forma como queria tem que ser ela a trata-me destes assuntos. E então lá foi ela ao Centro de Saúde, para ”renovar” o papel das análises. Chegada lá, a médica está de férias. Nada de estranhar, a senhora tem direito a elas. E lá ficaram os papeis par substituição. A senhora ficou de ligar quando estivessem prontos. Aguardemos!

Agora, para além da burocracia normal, temos o sacudir do capote, para o vizinho do lado.

Pedem-nos para ficarmos em casa! Nós ficamos! Saímos para o essencial, apenas. E depois obrigam  uma idosa a andar de um lado para o outro, para tratar de burocracias, para fazer umas simples análises que  já estavam marcadas e que com tudo isto, acabaram por caducar!!? Meus senhores, decidam-se! É para nos protegermos e resguardarmos, ou é para andar de gabinete em gabinete de laboratório em laboratório cumprir burocracias? Haja decoro na saúde desta cidade!! E já agora entendam-se, público e privado!

24
Set20

Promessa cumprida

por cristina mota saraiva

Ela queria. Ele também. Mas, para ela… a situação não se coadunava com o que sempre defendera. Não se conheciam pessoalmente e ela não admitia um relacionamento destes. Se mesmo quando as pessoas se conhecem bem e convivem lado a lado, as coisas não funcionam, o que se poderia esperar de um relacionamento virtual. Por outro lado, que tal arriscar? Poderia correr bem!

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Foi relaxando e foi querendo. Queria conhecê-lo, estar com ele, frente a frente. Ouvir a sua voz, sem ser pelo telefone, olhá-lo nos olhos, sentir a sua presença, o seu cheiro…

E foi-se convencendo, ou deixando-se convencer. Não lhe disse nada, mas procurava mentalizar-se. E foi cedendo, cedendo, até que um dia aceitou a proposta de tomar o tal café.

Num sítio público. Na Gare do Oriente! Onde havia muita gente!

Não havia perigo. E combinaram. Dia e hora. Ela foi, ainda assim, a medo.

Sentou-se numa mesa, mais recatada… pois queria estar à-vontade para falar com ele e tentar descobrir o que não conhecia. Se bem que já ia sabendo algo. Mas nada melhor que um frente a frente. Ela sabia da sua doença. Ele fez questão de lhe contar. A vulgarmente conhecida por doença dos pezinhos, a Paramiloidose.

E estava assim nestes pensamentos quando alguém lhe tocou no ombro. Virou-se ansiosa. E ele ali estava. De muletas e muito mais bonito que nas fotografias. E a voz… hummm! Nada tinha a ver com a voz  meiga do telefone. Era, ainda mais suave e ao mesmo tempo mais profunda. Ah! E aqueles olhos?

Ainda bem que aceitara aquele encontro para um café. Este foi, pois o primeiro de muitos cafés, embora não todos os que poderiam e deveriam ter bebido. E assim foram tendo muitas conversas de muitas cumplicidades. E continuaram. E ela foi percebendo, aos poucos, alguma fragilidade. Ele nunca procurou esconder a sua doença. E foi resistindo. E foi vivendo. Sabia que tinha pouco tempo de vida. E queria aproveitar ao máximo. E aproveitou!

E ela até aceitou casar com ele. Na aldeia dele. Uma grande festa, como ele merecia. Ela, juntamente com a mãe dele fizeram questão de que assim fosse. Foi um dia muito feliz para ambos, embora no semblante dela, quem estivesse atento percebia a sombra e a tristeza.

Ela, melhor que ninguém sabia que aquela felicidade ia durar pouco. Dias, semanas, meses. Era imprevisível. Não mais do que isso. Mas não ia permitir que nada estragasse o dia, o dia dele. Como ele quis. E assim foi. Correu tudo a preceito e todos perceberam que ele estava feliz e viveu o dia intensamente.

No final, já recolhidos no quarto, ele agradeceu-lhe e abraçou-se a ela. Ficaram assim por tanto tempo, que acabaram por adormecer.

No dia seguinte ela acordou sobressaltada e percebeu que estava sozinha, na cama. Levantou-se rápido, nem procurou o robe e foi mesmo assim, com a camisa de dormir branca, de cetim, curta. Fora ele que a escolhera para aquela noite.

Deu com ele, olhar sereno, sentado no na poltrona. Aquela que ela tinha escolhido escrupulosamente para ele.

Puxou-a e deu-lhe um beijo profundo e demorado. Sem saber porquê, ela estremeceu. Nunca lhe tinha dado um beijo assim. E voltou a agradecer-lhe, por lhe ter proporcionado o melhor dia da sua vida.

Não penses nisso. Teremos muitos mais e se calhar, ainda melhores. Foi um dia bonito, sim! Muito bonito! Mas teremos mais, podes ter a certeza. Ela começou a notar nele alguma fraqueza. Perguntou-lhe o que se passava. Ele fugiu e apenas lhe fez prometer que iria viver a vida dela alegremente!

Ela continuava preocupada percebia algo estranho nele. Não sabia o quê!

A partir desse dia ele ficava cada vez mais em casa. Já não saia, foi-se recolhendo e apenas se permitia passar as tardes no grande terraço da casa. As suas fragilidades e dificuldades iam piorando. Até que teria que ser internado.

Mas, não foi! Ela fez questão de lhe proporcionar  todo o conforto e para isso preparou-lhe o quarto lá em casa.

Ela ficou ao lado dele, no quarto preparado como se fosse uma enfermaria, para que ele pudesse permanecer no seu ambiente.

Até que chegou a hora e ele partiu com um sorriso nos lábios e agarrado à mão dela,

Foi duro! Muito duro! Ela fez um luto prolongado, mas um dia, quando bebia café no terraço, lembrou-se do que lhe prometera! Que iria continuar com a sua vida e vivê-la alegremente.

Tinha que mudar, não podia continuar entregue ao sofrimento. Prometeu a si mesma que iria mudar. Não queria desiludi-lo, onde quer que ele estivesse. E desde esse dia que se permitiu continuar a viver, para cumprir a promessa que lhe tinha feito. Recomeçou a encontrar-se com os amigos e até fez obras em casa. Umas obras que já tinham sido faladas e que foram sendo adiadas. Pronto recuperara a sua normalidade. A promessa estava a ser cumprida!!

21
Set20

Uma desventura prepotente!

por cristina mota saraiva

Chega de hipocrisia política!! Viva a democracia! À terceira é de vez!!

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Hoje e agora é a sério!! Fui uma voz crítica da realização da Festa do Avante e tenho que reconhecer que não tinha razão para isso. Acabou por correr tudo bem, felizmente, porque tomados os devidos cuidados e impostas e cumpridas as regras de segurança. Fui extemporânea, reconheço!

Agora, não posso deixar de criticar fortemente o Chega. André Ventura e os seus acólitos, decidiram reunir-se numa Convenção em Évora. E pasme-se, sem cumprir as regras de segurança impostas. A maioria nem sequer máscara usava. E a questão do distanciamento nem sequer foi questão, porque não existiu. Parece que só no segundo dia a preocupação com a pandemia despertou os participantes da Convenção e, ainda assim, nem a de todos.

Como se isso não bastasse, a tenda onde decorreram os trabalhos do partido liderado por André Ventura, contou com cerca de 400 pessoas sentadas, sem distanciamento físico, mas ao contrário do que aconteceu no sábado, passaram, depois a existir avisos e um segurança a garantir que quem estava, tinha máscara colocada, conforme refere o Observador. O presidente do partido só no segundo dia surgiu com máscara. A prepotência desta criatura é arrepiante, para não utilizar outro termo pior. E as autoridades deste país têm que começar a atuar fortemente.

É verdade que, depois do incumprimento de regras DGS, a GNR surgiu na Convenção do Chega para identificar quem violava as medidas. A direção garantiu cuidado com Covid e argumentou que "havia menos pessoas do que no Avante!”.

Enfim, parecem os putos quando fazem asneira… a porem a culpa no outro sob qualquer pretexto, para saírem bem na fotografia. Pois aqui a fotografia não foi agradável. É por isso que os números não param de subir. É verdade que já se percebeu que esta criatura não é de confiança, e vai perdendo credibilidade, infelizmente já vai sendo tarde!. Alguém tem que por por cobro a situações como esta, em que anda meio mundo a brincar com o outro meio. Só que aqui a brincadeira prende-se com a saúde. E essa não tem preço. Haja decoro, meus senhores, mas sobretudo responsabilidade! E essa devia ser preocupação de quem tem, ou preende ter responsabilidades politicas no país.

Tomem juízo!

20
Set20

Da amizade ao amor

por cristina mota saraiva

Conheceram-se na Internet. Um pedido de amizade, através do Facebook foi o primeiro passo. E foi dele. Ela aceitou, por constatar que residia numa localidade próxima, que ela conhecia bem e onde se deslocava amiúde e porque ele trabalhava numa instituição que ela, por inerência da profissão visitava regularmente.

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Aceitou e foi também ele o primeiro a falar. Através de Messenger agradeceu-lhe a amizade. Ela disse-lhe que: “a amizade não se agradece, merece-se”! Tudo começou assim! Ele conhecia-a, precisamente por causa da profissão dela e porque ela também, ainda casada, frequentara o Parque de Campismo, onde ele, por vezes também estava, igualmente por inerência do seu trabalho.

Daí ter dado o primeiro passo. E assim foram falando e conhecendo-se.

Primeiro ele entrou a medo e questionou se o namorado ou marido não se importavam que trocassem mensagens. Ela disse que estava livre e ele relaxou.

Ambos tinham filhos, se bem que a dela já tinha a sua vida. O dele não, estava prestes a entrar na adolescência.

Ela era mais velha. Quando ele nasceu, ela já tinha 15 anos. Esse foi logo o primeiro obstáculo que ela colocou. Ele desvalorizou. Afinal, eram ambos adultos e que mal havia em serem amigos. Sim, era verdade! Que mal havia nisso.

E foram falando, conhecendo-se! Aproximando-se, ainda que virtualmente. Ela que nunca fora de dar grande confiança a desconhecidos foi-se deixando envolver… quando deu por ela estava apaixonada.

Começou por negar e até deixou de responder as mensagens dele. E ele, ainda assim, insistia. E ela não ligava, não atendia os telefonemas, chegava mesmo a desligar para que ele percebesse e não insistisse.

Lutava contra ela mesmo mas achava que tinha que ser assim.

Só que ele não pensava assim. E, um dia, sem ela esperar, ele apareceu perto da casa dela. Esperou escondido que ela saísse, para ir ao café e, sem que ela esperasse saiu-lhe ao caminho.

Ela ficou estupefacta! E ele só disse: … se Maomet não vai à montanha…”

Ela não teve reação, mas lá bem no fundo gostou da surpresa.  Fingiu-se zangada e continuou a caminhar. Ele agarrou-lhe no braço, primeiro e depois pegou na mão. Não a deixou falar e começaram a andar. Só ao fim e alguns passos, ela disse: “isto é uma loucura.

“Então sejamos loucos!” e abraçou-a. Ela não teve reação e deixou-se levar. Decididamente…não iria resistir mais, puxou-o e deu-lhe um beijo profundo.

12
Set20

Eu e o 11 de Setembro!!!

por cristina mota saraiva

 

 

Meus amigos, estou de regresso. Portei-me mal, ainda não sei como nem porquê e o  Mark_Zuckerberg  pôs-me de castigo. no Facebook!

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Mas pronto, mandei-lhe um e-mail  a explicar a situação,  ele reconsiderou e perdoou-me.  Era o que mais faltava não o fazer… Sim, porque até hoje não arranjou nenhuma desculpa plausível. Tanta conversa, para dizer que, compreendo aqueles que se esqueceram do meu aniversário, porque não foram avisados pelo Mark que se encarrega dessas coisas.

Por outro lado, é imperdoável que, ao acordarem e verem as torres a cair, nas noticias, não se tenham lembrado de mim!!! Isso é que não desculpo!

Como eu dizia há uns tempos de má memória, quando me baralhava toda, fruto do acidente,

O 11 de Setembro existiu por causa de mim. É que o Bin decidiu enviar uns aviões para um  foguetório... para assinalar os meus anos. As coordenadas não estavam corretas… esbarrou com as torres. Pronto É só isto!!!... por agora!

Para as virgens ofendidas e escandalizadas com o meu discurso, só digo: curtam a vida que amanhã podemos não estar cá Eu sei o que isso é !!

… nesse sentido, deixo uns testemunhos: https://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/espero-nunca-mais-ver-uma-coisa-daquelas-o-terror-do-11-de-setembro-vivido-e-contado-por-dois-portugueses.

Podemos ser sérios a brincar.

03
Set20

A farsa!... ou a vã gloria...de uma profissão

por cristina mota saraiva

Conheceram-se na discoteca. Amigos em comum foram o elo de ligação. Pareceu existir um clique. Ficaram de ir tomar café. Tudo começou assim.

farsa.jpg

Ela achou-o engraçado com piada. Fazia-a rir. Foi preciso apenas ano e meio par estarem casados, com pompa e circunstância e com comunhão geral de bens. Até tiveram que assinar um contrato para que isso acontecesse.

Ingenuidade pura dela. Tudo parecia correr bem e quase eram o protótipo do casal perfeito. Mas, no sossego do lar, não havia assim tanto sossego.

Começavam as quezílias. Ele quase sempre em casa ou de café em café. Ela a trabalhar. Muito!

Os anos foram passando a situação foi-se deteriorando Ela continuava a trabalhar e ele a viver de coisas esporádicas e esquemas montados.

Chegou a altura em que já não havia nada a fazer. Nem pelo casamento nem pela vida conjunta. Ela ainda aguentou e, de repente…

A noticia, a informação chegou de rompante. Um papel do tribunal caiu na secretária dela; a bomba rebentou. Ordenado penhorado, devido às imensas dividas contraídas, por ele! Afinal o dinheiro que ela mensalmente lhe dava para cumprir o compromissos… teria sido canalizado para outro lado, que ainda hoje não sabe qual.

Não era um pesadelo! Era a realidade nua e crua!

Estava tudo ali à sua frente e ela não sabia o que fazer ou dizer! Tantas vezes avisada, sem nunca dar grande importância aos factos

Agora já dava, teve que dar!

Resultado abreviado? Ele saiu incólume de todo o processo. Não existia, porque nunca fizera descontos, sempre a trabalhar “no negro”.

E ela para além do ordenado penhorado, viu-se na lista negra do Banco de Portugal! E a vida está em suspenso, até que passe o prazo para que veja a sua ficha limpa! Viu-se livre dele, mas a história ainda não ia ficar por aqui. Uma “amiga” conceituada advogada albicastrense, ofereceu-se para tratar de tudo. Nos honorários faria uma atenção, dada a amizade que as unia.

O caso foi entregue a essa “amiga”, honorários pagos, sem a tal atenção prometida. E passa um mês, passam dois… passam…passam… e nada! O divórcio não saía.

Ela apresentou queixa nas instâncias respetivas. As consequências não devem ter sido graves. Apesar de correrem outros processos contra ela, por situações idênticas… a advogada conceituada,  continuou, impávida e serena. Depois queixam-se da má fama dos advogados. Com energúmenas boçais  como esta!... não é difícil perceber porquê!

Ela desconfia que terá entrado em conluio com a outra parte e recebido dos dois lados. Pelo menos ele pediu dinheiro emprestado, exatamente a mesma quantia que ela pagou!

Como o tempo passava e com receio que ele acumulasse mais dividas, deveria ser esse o golpe e quem sabe dividir lucros a meias, avançou para outro advogado. Pagou , de novo, mas desta vez foi servida. E lá saiu , finalmente o divorcio.

Conclusão: a trabalhar, assim, aproveitando-se do alheio, qualquer um teria uma casa de revista com piscina.

01
Set20

A ingratidão!

por cristina mota saraiva

Já não é a primeira vez que falo de ingratidão. E, mais uma vez me bateu à porta. Nunca enjeitei ajudar quem precisava e apoiar quem se via sozinho/a.

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Depois do meu acidente e estando em recuperação numa unidade de cuidados continuados, conheci uma senhora, estrangeira, mas que fala português, e portanto, sozinha no país. Dei-lhe todo o apoio possível. Sem cobranças. Ouvi as suas histórias, muitas delas inventadas, percebia(!), mas a tocar o coração. Dadas as minhas melhoras saí da instituição. Nem assim a abandonei. Todos os dias lhe telefonava, falava com ela aconselhava-a, dava-lhe apoio, que mais não fosse para que não se sentisse sozinha. Indiquei-lhe soluções, para tentar arranjar casa, quando também ela saiu e decidiu vir para Castelo Branco… enfim… inúmeras situações, onde estive sempre lá para a ajudar. Eu sempre a telefonar, sempre a ajudar e…. do outro lado, nada!! Nem os parabéns no aniversário!

Perante isto o que fiz, aos poucos fui deixado de ligar. Ela nunca o fez, nem me procurou. Mas, pronto fiz o que fiz com o coração e vontade de ser útil e ajudar. Não me arrependo! Mas, ingratidão, é algo que me tira do sério.

Sei agora que diz por aí que nunca mais lhe liguei, porque tenho inveja não sei de quê… mas pronto isto é a verdadeira ingratidão. Cá estaremos para a próxima. Mas esta, não esquece!

Para além de tudo, a arrogância da pessoa a falta de reconhecimento por tudo o que se fez por ela… tem um nome e não é bonito…

Mas a vida segue e  cá continuamos sempre na luta. Esta situação aconteceu com outras pessoas e se reconheço que muitas vezes fui ingénua, não me arrependo de nada do que fiz… e também e lembro das outras que usavam e abusavam da minha quinta...

Mas, vamos andando, porque a vida dá muita voltas… e siga… para a próxima!


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